A última viagem que fizemos levou-nos até Vila Nova de Poiares. Na auto denominada Capital do Artesanato encontram-se ainda algumas actividades artesanais, promovidas pela A.D.I.P. Associação de Desenvolvimento Integrado de Poiares que, além de uma brochura onde apresenta as principais artes tradicionais do concelho, tem a funcionar nas suas instalações uma oficina de moldagem de barro. Este tipo de barro ganha a cor caracterítica durante o processo de cozedura. Antigamente usava-se uma "Soenga" - Cova aberta no chão, revestida porages ou tijolos, ou simplesmente caruma. Agora este processo decorre num forno de duas câmaras feitos em tijolos de burro. O fumo e as altas temperaturas fazem com que o barro ganhe a cor negra metálica. Na fase final da cozedura todas as entradas do forno são completamente tapadas para que o fumo penetre nos poros da louça. Uma das peças a partir de hoje disponível na Feitoria é a Caçoila, ainda hoje utilizada para confeccionar a famosa Chanfana.
Monday, August 31, 2009
Barro Preto de Poiares
A última viagem que fizemos levou-nos até Vila Nova de Poiares. Na auto denominada Capital do Artesanato encontram-se ainda algumas actividades artesanais, promovidas pela A.D.I.P. Associação de Desenvolvimento Integrado de Poiares que, além de uma brochura onde apresenta as principais artes tradicionais do concelho, tem a funcionar nas suas instalações uma oficina de moldagem de barro. Este tipo de barro ganha a cor caracterítica durante o processo de cozedura. Antigamente usava-se uma "Soenga" - Cova aberta no chão, revestida porages ou tijolos, ou simplesmente caruma. Agora este processo decorre num forno de duas câmaras feitos em tijolos de burro. O fumo e as altas temperaturas fazem com que o barro ganhe a cor negra metálica. Na fase final da cozedura todas as entradas do forno são completamente tapadas para que o fumo penetre nos poros da louça. Uma das peças a partir de hoje disponível na Feitoria é a Caçoila, ainda hoje utilizada para confeccionar a famosa Chanfana.
Saturday, July 25, 2009
Inspiração ou Nostalgia?
Muitos destes brinquedos estão ainda bem presentes na minha memória. Os baldes de praia em plástico colorido, são dos que melhor me lembro. Esta selecção de brinquedos em plástico, produzidos em Portugal nas décadas de 60/70 faz agora parte da secção Feira da Ladra, da Feitoria. São restos de colecções de indústrias que entretanto encerraram. Alguns ainda têm as embalagens originais da fábrica Estrêla de Rio Tinto, da IFAP, fábrica Ribeirinho ou da PEPE.
Esta é a nossa escolha para este Verão! Suspire ou inspire-se nestas preciosidades!
Saturday, July 11, 2009
Kiosk

On the second floor of an anonymous SoHo building you can find Kiosk. Owners Alisa Grifo and Marco Romeny scour the world for interesting products, creating a wonderfully curated shop that carries everything from sets of mini stencils (Mexico) to bicycle basket nets (Japan). Each item comes with a story: about the history of the object, the place it was made or just of the couple's travels. They are visiting Portugal now and very soon there will be lots of nice portuguese products in Soho! Visit the site oj this new friends of Feitoria:http://kioskkiosk.com/
In foto: Alissa and Marco visitng Barcelos Market with Feitoria.
Monday, June 15, 2009
Viva o Santo António! Viva o S. João! Viva o S. Pedro!
Chegou o tempo quente e com ele as Festas Populares. É tempo de manjericos de bailaricos na rua e sardinhas assadas. Em qualquer cantinho, onde viva gente, há cascatas, há festões e luzinhas. É tempo de comemorar as colheitas, o calor, e o estarmos aqui, de saúde! Nesta altura do ano os portugueses ficam mais brasileiros e festejam a despreocupação e simplesmente, a alegria de viver! A FEITORIA também saúda as festas dos Santos populares!
Monday, June 8, 2009
Friday, June 5, 2009
Tuesday, May 26, 2009
O Universalismo de Portugal
Jaime Cortesão, Os Descobrimentos Portugueses, vol. I
“Metrópole do Mundo, Portugal criou de certo modo, cidadãos do Mundo. Formou-se nesses homens, ao contacto múltiplo dos povos peregrinos, uma consciência nova e unitária da Humanidade. Neles, nas suas obras e nos seus actos, raiou pela primeira vez a vasta e complexa compreensão do humano, na sua riqueza e diversidade. Do humano em todos os continentes e em todas as raças. (...) Humanismo mais pragmático e moral do que filosófico e crítico, ele, dissemos nós, não era apenas uma ideia. Era menos e mais do que isso. Era uma regra de conduta. Um temperamento moral. – Uma cultura em acção. O sentimento duma unidade humana a realizar, quer pela fé, quer pelo conhecimento e pelo amor”.
Jaime Cortesão, O Humanismo Universalista dos Portugueses
A partir de hoje A Feitoria tem à venda Quipás judaicos fabricados manualmente em Belmonte
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